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LANÇAMENTOS

Rennova Nabota

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Toxina Botulínica tipo A

O Microagulhamento

É notório a innidade de técnicas ablativas que buscam o
estimulo e remodelamento do colágeno, porém essas técnicas
em sua maioria possuem uma recuperação lenta, tornam o tecido
mais suscetível a hiperpigmentação e mais sensível. Atualmente
estamos diante de tendência à indução de procedimentos menos
invasivos isolados em associação, objetivando a redução de risco
de complicações e retorno mais precoce as atividades laborais.

 

O microagulhamento ou terapia de indução percutânea
de colágeno consiste numa técnica onde se faz uso de um
mecanismo com agulhas que propõe um estímulo na produção
de colágeno, sem provocar a desepitelização total observada nas
técnicas ablativas.

 

A técnica é indicada para aplicação de fármacos ou ativos
na pele, rejuvenescimento, tratar cicatrizes de acne, estrias,
acidez de pele, alguns casos de alopecia, cicatrizes de
queimaduras, melhor aspecto geral da pele, rugas e linhas de
expressão entre outros.

PRINCÍPIO DA TÉCNICA

Três fases do processo de cicatrização, seguindo o trauma
com as agulhas, podem ser bem delineadas, didaticamente: na
primeira, a de injúria, ocorre liberação de plaquetas e neutrólos
responsáveis pela liberação de fatores de crescimento com ação
sobre os queratinócitos e os broblastos como os fatores de
crescimento de transformação a e ß (TGF-a e TGF-ß), o fator de
crescimento derivado das plaquetas (PDGF), a proteína III ativadora
do tecido conjuntivo e o fator de crescimento do tecido conjuntivo.

Na segunda fase, a de cicatrização, os neutrólos são
substituídos por monócitos, e ocorrem angiogênese, epitelização e
proliferação de broblastos, seguidas da produção de colágeno tipo
III, elastina, glicosaminoglicanos e proteoglicanos. Paralelamente, o fator de crescimento dos broblastos, o TGF- a e o TGF-ß são
secretados pelos monócitos. Aproximadamente cinco dias depois
da injúria a matriz de bronectina está formada, possibilitando o
depósito de colágeno logo abaixo da camada basal da epiderme.

Na terceira fase ou de maturação, o colágeno tipo III que é
predominante na fase inicial do processo de cicatrização e que vai
sendo lentamente substituí-lo do pelo colágeno tipo I, mais
duradouro, persistindo por prazo que varia de cinco a sete anos

Resultados